quarta-feira, 24 de junho de 2015

Lixo humano


Sigo vendo coisas que não podem ser "desvistas". Eu continuo acompanhando (da minha maneira) a vida desse cidadão o Porto Alegre, que tanto gosto. E vejo como a sociedade é um câncer para qualquer lugar, o quanto o ser humano vive um uma realidade alternativa só sua e onde tudo é de seu bel prazer. Vejo as pessoas cometendo os mesmo erros, causando a mesma doença que gosto de chamar de “*Brasileirismo”

*Brasileirismo, adjetivo de péssima qualidade, pode ser usado junto aos mais diversos palavrões, para determinar atitudes dos animais humanos.

            Na sexta-feira dia 19 de junho, estava na Salgado Filho aguardando o ônibus para ir à casa de minha mãe, na fila tranquilamente como todo mundo. O rapaz que estava na minha frente na fila, tomava tranquilamente uma cerveja, como é de direito seu, porém ao abrir a segunda e perceber que já estava quente, ele jogou no chão o latão cheio. Respingando algumas pessoas da fila, sujando a via pública e deixando seu lixo particular ali. A vontade de chamar o rapaz de porco foi tão grande, mas tão grande que de verdade não sei como me contive. (E o melhor vem agora!) O rapaz de posse de seus direitos, saiu da fila, atravessou a rua, comprou outro latão de cerveja e retornou para a fila como se nada tivesse ocorrido (pasmem).
            Acreditem que minha indignação foi com o ato de porco em jogar o latão na via publica. Ele furar a fila, entrar na minha frente no ônibus, trancar a roleta, pois não estava com a passagem à mão, isso tudo nem teve peso. Educação se tem em casa, isso é fato. Só que jogar o lixo na via... por favor! Como sempre digo, todo fumante é porco e isso não é generalismo, isso é a verdade. Agora os consumidores de cerveja também? O que vai sobrar da gente? Vejo que cada pessoa vive a sua vida como se fosse um indivíduo único no universo, que viver em comunidade são apenas pensamentos de filósofos e pessoas incoerentes. Que se eu quero defecar na rua, as outras pessoas que co-existem, tem que aceitar e achar bonito. Sinto pena de pessoas assim...


Porto Alegre, deu? 

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